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As cortinas devem tocar no chão

As cortinas não são obrigadas a tocar no chão, mas o comprimento mais comum e mais seguro é o que roça o chão: a barra inferior roça o soalho sem se esmagar. Existem três outras quedas: a 1 ou 2 cm do chão para uma cortina que se abre e fecha com frequência, quebrada no chão (o tecido assenta alguns centímetros) para um efeito mais elaborado, ou flutuante (15 a 20 cm de sobra) para um estilo muito drapeado. A escolha certa depende da utilização da divisão e do efeito pretendido.

O comprimento de uma cortina joga-se ao centímetro, e é aí que a medida personalizada faz a diferença. A Kurtens realiza cortinas por medida à cota exata, para obter a queda pretendida sem bainha improvisada.

As cortinas devem tocar no chão

Nada obriga uma cortina a tocar no chão, mas uma cortina que para demasiado alto parece curta e desequilibra a janela. A regra que funciona quase sempre: uma cortina cuja barra inferior roça o chão, ou seja, que o roça sem assentar. A divisão parece mais alta, a queda mantém-se nítida, e o tecido não arrasta. É o comprimento de referência tanto para uma sala como para um quarto.

Tudo começa na medição. A altura mede-se desde o topo do varão (ou do topo do ilhó consoante a fixação) até ao chão, e depois subtrai-se a pequena folga pretendida. Para tirar esta cota sem erro, siga como medir as suas cortinas.

As quatro quedas possíveis

O comprimento da cortina cria o efeito. Há quatro quedas, da mais prática à mais decorativa:

Roçar o chão: a barra inferior roça o chão sem o tocar verdadeiramente. É a queda universal, limpa e fácil de manter, que fica bem na maioria das divisões.

A 1 ou 2 cm do chão: a cortina para mesmo por cima do chão. Reserva-se às cortinas que se correm com frequência, ou às divisões em que o chão é irregular (cerâmica, soleira), para que o tecido não se desgaste e deslize sem prender.

Quebrada no chão: o tecido ultrapassa 1 a 3 cm e quebra ligeiramente no chão. O efeito é elaborado, um pouco de costura, mas a barra inferior marca mais depressa e exige um ferro regular.

Flutuante no chão: 15 a 20 cm de tecido assentam e se drapeiam no chão. É um partido muito decorativo, reservado às cortinas decorativas que não se abrem, longe da passagem.

Que comprimento consoante a divisão

A utilização decide. Num quarto ou numa sala em que a cortina veste e bloqueia a luz, a queda que roça o chão dá o melhor equilíbrio e dura no tempo. Numa cozinha, atrás de um radiador ou sob uma janela baixa, é preferível uma cortina mais curta, à altura do peitoril, para não estorvar nem sujar a barra inferior. E para um pé-direito elevado, uma cortina que roça o chão e sobe alto na parede aumenta visivelmente a divisão.

Uma cortina demasiado comprida ou demasiado curta

Uma cortina demasiado curta corta a janela e comprime a divisão: é o erro mais visível. Uma cortina demasiado comprida que arrasta suja-se e desfia-se na barra inferior. Entre os dois, o bom ajuste depende de alguns centímetros, daí o interesse de partir de uma cota certa em vez de um tamanho padrão a encurtar depois. Uma cortina densa e bem caída limita também as fugas de luz por baixo, um ponto que tratamos em a luz que passa pelas laterais da cortina.

Erros a evitar

Não escolha um comprimento padrão à espera de que caia certo: o pé-direito e a colocação do varão mudam tudo. Não ponha uma cortina a flutuar numa divisão de passagem, suja-se e desgasta-se. Não deixe uma cortina parar a meia parede, o efeito é sempre falhado. E não negligencie a altura de colocação do varão: é ela que determina o comprimento final, não apenas a barra inferior da cortina.

O comprimento certo desde o início: a medida personalizada

A queda ideal depende de uma cota precisa, tirada entre o seu varão e o seu chão. Em vez de comprar um tamanho padrão para embainhar, a Kurtens realiza cortinas por medida ao centímetro, numa gama de cores e de tecidos, entregues prontas a colocar, ao comprimento exato da sua janela. Dá as suas medidas, a cortina chega com a queda certa. Para tirar as suas cotas, siga o guia de medição, e depois as cortinas por medida Kurtens.

Perguntas frequentes

As cortinas devem tocar no chão?

Não obrigatoriamente, mas o comprimento mais seguro é o que roça o chão: a barra inferior roça-o sem assentar. Dá uma queda nítida, aumenta a divisão e mantém-se fácil de cuidar. As outras quedas (1-2 cm, quebrada, flutuante) são partidos estéticos.

A que distância do chão parar uma cortina?

Para uma cortina que se abre com frequência ou sobre um chão irregular, pare-a a 1 ou 2 cm do chão: desliza sem prender e não se desgasta. Para um efeito elaborado, deixe-a roçar ou quebrar ligeiramente no chão.

O que é uma cortina que quebra no chão?

É uma cortina cujo tecido ultrapassa 1 a 3 cm e assenta ligeiramente no chão, formando uma pequena prega. O efeito é elaborado e de costura, mas a barra inferior marca mais depressa e exige um engomar regular.

Uma cortina demasiado comprida é um problema?

Uma cortina que arrasta francamente suja-se e desfia-se na barra inferior, sobretudo numa divisão de passagem. Uma ligeira sobra que quebra no chão é uma escolha decorativa assumida; para além disso, é melhor ajustar o comprimento.

Como saber o comprimento certo antes de comprar?

Meça do topo do varão (ou do ilhó) até ao chão, e depois subtraia a folga pretendida consoante a queda escolhida. Por medida, dá esta cota e a cortina chega ao comprimento certo, sem bainha a refazer.

As cortinas não têm de tocar no chão, mas a queda que o roça continua a ser a aposta segura. Para a obter sem aproximação, mande-as fazer à cota em cortina por medida Kurtens, entregues prontas a colocar.

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